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Desde pequena eu adoro filmadoras e câmeras fotográficas. Se você não acredita, basta pedir uma daquelas fitas VHS da minha infância que você vai ver eu gritando pro meu pai: “ filma eu, pai. Filma, eu”. Pois é, o que era só registro familiar virou hobby mais tarde quando a minha família comprou a primeira JVC, estilo handcam.

O gosto pela brincadeira fez com que eu usasse a criatividade e regravasse os clipes da minha musa na época (sim, podem rir. Eu tinha 14 anos e adorava a Britney Spears). Como não tinha nenhuma técnica de edição, a gente pausava a música e a filmagem junto para mudar de cenário e lá ia o play de novo. Até hoje me surpreendo que a música nunca cortou. Ficavam bem bacanas, pena que não tenho nenhum desses vídeos mais.

Tudo mudou quando apareceu aqui em casa uma filmadora de HD. Nossa…foi sensacional! Nunca me esqueço da alegria ao descobrir que poderia passar o vídeo para o computador e gravar em DVD. Tanta tecnologia… e eu ainda não sabia mexer em nada.

Até que entrei na faculdade. Aí me encantei mais ainda. Vi pela primeira vez uma ilha de edição de perto. Confesso que era MUITO amadora, mas era uma ilha. No primeiro dia que vi a mulher capturando e editando e foi daí que eu resolvi instalar o adobe première em casa e aprender a editar na marra. Muitos foram os vídeos simples, como montagem de fotografias até chegar nas matérias de 1 minuto para a PUC.

Fui me aprimorando, lógico que com muita ajuda de amigos, até que me embrenhei em filmar festas de dança do ventre. Foi uma época de grande aprendizado, onde fucei mesmo no programa e me vi fazendo coisas que nem imaginava.

Por causa disso, resolvi encarar um grande desafio: fiz meu tcc em vídeo – um documentário a respeito de feiras livres. Um dia eu dedico um post especialmente ao meu TCC e a tudo que se passou.

Apesar de este post já estar enorme, o foco dele é o meu primeiro curta-metragem. Pra quem não sabe, estou fazendo a segunda graduação em rádio e TV e foi lá que tive a oportunidade de fazer isso.

Claro que não fiz nada sozinha, todo o trabalho foi em equipe. Confesso que foi muito gratificante ver que uma simples ideia de personagem transformou-se num curta que eu jamais esperava ser capaz de produzir.

A elaboração do roteiro não foi nada fácil e quando ficou pronto, olhamos pra ele e pensamos:  “praticamente impossível filmá-lo nas condições que temos para gravar”. Tínhamos apenas 4 horas e não podíamos ir além do quarteirão da faculdade. Mas encaramos o desafio e gravamos em 3h30. Inacreditável como tudo foi se encaixando e quando acabamos a gravação eu só olhei pra Ana, da equipe, e disse: “Fizemos o impossível, a gente conseguiu!”

Eu estava acabada de cansada, mas extremamente feliz. Quando fui editar eu me surpreendi com o resultado. E eis abaixo o trabalho que realizamos. Não ganhamos o Casperito, mas o sentimento de realização valeu por todo o esforço.

Confiram!

“Sem serviço” (2009)
Agitação de cidade grande, as pessoas sempre com a tecnologia pindurada na orelha. Neste mundo comtemporâneo há uma contradição com a ajuda de um mensageiro do passado: Hermes (Caio Ramos). Há muito tempo ele anda sem serviço por causa dos aparelhos celulares já que os humanos o trocaram pelo SMS. Até que um dia, ele percebe que Márcia (Leila Brambilla) não recebe um torpedo importante e resolve ajudá-la, entregando a mensagem ele mesmo.

Este é um trabalho dos alunos do 1 RTVC da Faculdade Cásper Líbero

Ana Luisa Pacheco, Bruna Carvalho Marques, Bruno Teixeira, Danilo Sala, Livia Di Bartolomeo e Mayara Picoli Rafael

Para quem gosta dos bastidores, confira o making of

O ritual foi feito, eram aranhas

Nesta quinta-feira, dia 4, foi o derradeiro dia de aula do “Curso teatral para não atores – Comunicação Verbal e Corporal”. Ministrado por Bruna Gasgon, tive 24 horas-aula a respeito de como vencer o medo de falar em público.

Para quem me conhece, pode até ter achado estranho eu me aventurar num cursos desses, mas eu  fico meio travada quando vou falar e as pessoas param para me ouvir. O coração dispara, a mão transpira e a voz muitas vezes falha ou eu acabo falando rápido demais, comendo sílabas e até mesmo palavras inteiras. Já que trabalho como repórter, resolvi participar dessas aulas e confesso que foi um dos melhores investimentos da minha vida.

Eu já fiz dois cursos de locução, para rádio e TV, que foram realmente sensacionais, mas este foi o primeiro que mexeu com o emocional. O foco era administrar toda a adrenalina do meu corpo. Confesso que no primeiro dia de aula fiquei um pouco assustada com as atividades, mas resolvi me entregar de corpo e alma. Foi fácil porque todos fizeram a mesma coisa.

Tenho que ressaltar a sorte de ter entrado numa turma fantástica. Todos eram diferentes,  mas ao mesmo tempo muito parecidos. Não dá muito para explicar, tinha que estar lá pra ver.

Aprendi tanta coisa! Não só para falar em público, mas para vida também. E tem coisas que serão inesquecíveis como as atuações e superações de cada um. E, é claro, o enigma não resolvido “O ritual foi feito, eram aranhas”. Eu tenho o meu palpite do autor…mas…o mistério fica aí para quem sabe estimular um módulo II do curso, que com certeza terá a minha inscrição.

De volta ao blog abandonado

Toda vez que eu visito qualquer blog eu sinto vergonha por ter praticamente abandonado este aqui.  Meu derradeiro post foi há 7 meses…meu deus! Como pude deixar isso de lado?

Aí eu lembrei! A dúvida daquela epoca ainda está em mim: sobre o que devo escrever?

Olhando hoje para o meu quase órfão de escrita, pensei: sobre o que eu quiser, oras! O Blog é meu e eu não preciso, necessariamente, ter um tema focado.

Então, decidido! O tema que surgir, escrevo…mas e a periodicidade? Ixi….
trabalhando do jeito que estou e estudando também, não sei se terei tempo exato, mas tentarei. Prometo.

Estou de volta…isso é o que importa

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