Na fila

Dizem as más línguas que brasileiro adora uma fila. Não sei se concordo com isso, mas é tão difícil tentar resolver qualquer coisa sem pegar uma mísera filinha de pelo menos 5 pessoas na sua frente.

É um milagre divino quando você chega e já é atendido. Mas este post não é, necessariamente, uma discussão sobre as filas em si, mas sim como as pessoas se comportam.

Há menos de dez anos, quando me encontrava em uma fila qualquer, eu notava duas coisas: as pessoas liam livros ou até mesmo conversavam umas com as outras. Dependendo da demora, tinha até aquele famoso barraco do irritadinho que acha que só ele tem compromisso e, por isso, tem que ser atendido logo.

Já, neste exato momento, vejo algo diferente. Todos, sem exceção, estão com a cabeça baixa e digitando ferozmente em seus smartphones ou jogando candy crush. Conversas quase não existem, a não ser que o telefone toque. É tão impressionante que eu mesma estou escrevendo este post em pé, aguardando a minha vez de ser atendida.

Eu tiraria uma foto, mas acho que chamaria atenção.

É, já dizia meu orientador de TCC, a tecnologia é um treco fascinante.

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