Resenha – A garota italiana – Lucinda Riley

Olá, olá!

Quem me acompanha há algum tempo sabe que eu praticamente devoro todos os livros desta autora. Já rolou até vídeo falando do primeiro livro que li dela e você pode conferir aqui.

Desta vez quero falar de “A garota italiana”. Livro novo? Na realidade não. Lucinda iniciou a sua carreira muito cedo como escritora. Tudo começou em 1992 quando ela ainda assinava como Lucinda Edmonds. E “A garota italiana” foi lançada a primeira vez em 1996 sob o título de “Ária”.

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Originalmente publicado em 1996 com o título de “Ária”

 

Anos mais tarde, depois de virar um sucesso mundial, sua editora pediu para ver suas primeiras obras e sugeriu republicar “Ária”. Lucinda resolveu então reler sua obra e segundo algumas entrevistas que encontrei por aí ela disse que precisou reciclar. Revelou que na época a internet não era lá estas coisas (e não mesmo) e sentiu que precisava atualizar alguns dados. Eu não tive acesso ao original, mas acredito, pelo que li, que ela manteve sim a história, personagens e  melhorou sua parte histórica.

O que mais me chocou é que em “A garota italiana” não existe passagem de tempo. Como assim não existe passagem de tempo? É que na série “As sete irmãs” além de “A garota do penhasco”, “A rosa da meia noite”, “A casa das orquídeas” sempre há uma passagem de tempo, duas personagens – presente e passad0 -que de alguma foram tem algo em comum. Desta vez não.

Em “A garota italiana” acompanhamos o crescimento de Rosanna, uma garota italiana (dã rs) que mora com seus pais em cima de uma cantina e tem uma voz extraordinária. Sim, voz de ópera. Numa festa em família ela conhece Roberto Rossini, um cantor de ópera famoso, que se encanta por sua voz e sugere que ela faça aulas de canto. Rosanna se apaixona à primeira vista e jura a si mesma que um dia irá casar com o cantor. Mesmo sabendo que Roberto é o tipo Don Juan, papa-mulheres, que não se compromete a nada.

Obviamente que os anos passam, Rosanna vira mulher adulta e acaba cantando ao lado dele. Na trajetória deste amor montanha russa entre os dois personagens, conhecemos algumas histórias paralelas como de seu irmão Luca que estuda para ser padre, sua irmã Carlota que era toda maravilhosa e, por um erro, acaba perdendo todo o brilho da sua vida, e Donatella, uma esposa milionária que causa um bocado de situações que dão fogo à história do livro.

Quis muitas vezes invadir as páginas e dar uns tapas na cara de Rosanna e também uns tabefes na cara do Roberto, mas não quero dar spoilers. Quis também chorar com Luca e ri de Donatella (que feio, Lívia rs)

O final foi de certa forma surpreendente e me agradou. Algumas coisas que eu torci deram certo outras me pegaram de surpresa. Os capítulos são curtos, agradáveis, e vale a leitura para quem já conhece a autora. Para quem ainda não se aventurou em suas páginas, recomendo os seguintes títulos:

“A rosa da meia noite”, “Casa das orquídeas” e “A garota do Penhasco”. Se você ama séries, já parta para “As sete irmãs”.

E você, leu “A garota italiana”? Me conte!

 

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