Ele “só” tem 30 anos de carreira!


Fazer sucesso é fácil, difícil é construir uma carreira sólida onde o sucesso é apenas uma consequência. Acho que isso define muito bem a carreira do cantor Daniel. E que maneira melhor de celebrar 30 anos na estrada com a gravação de um DVD? E que tal melhorar essa ideia fazendo um musical que conte a história desses 30 anos?

Foi exatamente isso que José Daniel Camilo,44 anos, fez ontem, dia 24 de abril de 2013, no Credicard Hall, em São Paulo. Quando recebi o convite de prestigiar este momento histórico, fiquei emocionada. Admiro o trabalho dele, gosto das músicas, da voz e quando o conheci, gostei da pessoa que ele é. Ainda não vi uma pessoa que falasse mal dele e, na imprensa marrom, isso é quase impossível de acontecer.

Como já disse acima, a gravação seria de um musical. E, foi assim mesmo. Quando as luzes se acenderam, um garotinho entra em cena com um gravador cantando “Romaria”. Logo deu para perceber que se tratava do Daniel mirim. Nesta mesma cena, vimos dois atores/cantores/bailarinos representando os pais do Daniel. Momentos depois, entra o próprio Daniel que também canta trecho da mesma música.

A história do cantor foi cantada a partir da música. Música de autores consagrados, músicas que fizeram sucesso com outros intérpretes e músicas da dupla João Paulo e Daniel e que ficaram famosas com o Daniel, já em carreira solo.

Foi muito interessante ver João Paulo e Daniel novinhos em cena, sendo muito bem interpretados pelos atores. O palco era simples. A orquestra na parte de cima e toda a arte estava nos painéis de LED e no jogo de luz que encantava demais. Daniel não só cantou, como atuou e dançou.

Um dos momentos auge, foi a representação da morte de João Paulo. Quando o sucesso da dupla “Te amo cada vez mais” começou, eu já sabia que se tratava do fim da dupla. Os bailarinos dançavam lindamente, Daniel interpretou com o coração e o ator que representou o João Paulo ia saindo lentamente pelo palco enquanto uma tempestade era representada nos painéis. Foi de arrepiar.

Momentos depois, Daniel sai do palco e os atores, imobilizados, começam a falar o que devem ter falado ao cantor no momento do fim de dupla: palavras de incentivo para que ele continuasse. E quando Daniel volta, volta com a música perfeita “Tocando em frente”. Nossa, caiu até uma lágrima. Foi tudo tão sutil e muito bem feito.

A partir deste momento, começamos a ver a ascensão de Daniel na sua carreira solo. Cantou trechos de seus maiores sucessos embalados por um público emocionado.  Uma parte divertida do show é quando os bailarinos descem do palco e selecionam algumas pessoas para dançar no palco “A Jiripoca”. Divertidíssimo!

Eu, particularmente, estava esperando pela música “Pra ser feliz”. E quando ele cantou, voz, violão e uma percussão ao fundo, fiquei ainda mais encantada. Simplesmente sensacional.

O musical encerrou com o novo sucesso interpretado pelo cantor: Tantinho. Mas encerrou de uma forma que sabemos que se passaram 30 anos, mas ainda não chegou ao fim. Tem muitos mais anos pela frente aí de carreira. Sucesso, Daniel!!

Hoje, dia 25 de abril, também tem a gravação, mas é show aberto ao público. Agora fico na expectativa para ver o resultado do DVD.

Para quem quer saber quais foram as músicas cantadas, segue:

1. Romaria
2. Poeira na Estrada
3. Saudade da Minha Terra
4. Solidão de Amigos
5. Desejo de Amar
6. Rosto Molhado
7. Só dá você na minha vida
8. Hoje Eu sei
9. Eu me amarei
10. Que dure para sempre
11. Estou apaixonado
12. Te amo cada vez mais
13. Bridge over troubled water
14. Ela tem o dom de me fazer chorar
15. Tocando em frente
16. Adoro amar você
17. Um dia de domingo
18. Eu amo amar você
19. Quando o coração se apaixona
20. Fricote
21. Dengo
22. A Jiripoca
23. Meu mundo e nada mais
24. Pra ser feliz
25. Esperança
26. Os amantes
27. O menino da porteira
28. Disparada
29. Nos bailes da vida
30. Tantinho

As fotos, eu retirei do Uol.com.br

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Jorge e Mateus ao vivo em Londres e algumas horas mais tarde nos cinemas brasileiros


A expectativa era grande. A data havia sido marcada para o dia 20 de setembro de 2012. A dupla sertaneja Jorge & Mateus estaria pela primeira vez na casa mais famosa de shows de Londres, “Royal Albert Hall”, mesmo local em que Adele e grandes nomes da música já passaram. A casa suporta menos de 4 mil pessoas e pelas imagens, o número estava bem próximo: praticamente lotado.

A gravação do DVD foi dirigida por Hamish Hamilton, que já dirigiu Madonna e U2 e teve uma direção de fotografia e arte de tirar o fôlego. O cenário era apenas um telão e nele se via as mais belas imagens.

Mas eles não ficaram só nisso.

Fizeram uma parceria com a Rede Cinemark e este mesmo show seria transmitido no mesmo dia na rede de cinemas. 16 cidades brasileiras tiveram acesso à novidade. Tudo muito mágico para os milhões de fãs da dupla.

Porém, o show não foi ao vivo como o de Chitãozinho & Xororó para a Ford no ano passado no Villa Country, com transmissão simultânea pelo YouTube. Com algumas horas de atraso, o show aqui no Brasil estava marcado para as 21h (e já tinha sido encerrado 4 horas antes). E veio editado porque normalmente uma gravação de DVD tem algumas pausas, repetição de música por problemas técnicos dentre outras coisas.E no cinema, show direto.

Tive a experiência de assistir ao show no Cinemark do Shopping Iguatemi. A sala não estava lotada, mas foi o show iniciar que tive a impressão que as pessoas conseguiram se sentir em Londres.

Digo isso porque todas as músicas tocadas tiveram coro na sala, palmas, mãozinhas pra cima e até algumas pessoas levantaram para dançar. Claro que lembrei do meu TCC (rs), porque da mesma forma que Hitchcock conseguiu fazer uma metáfora do cinema com “Janela Indiscreta” ,o Cinemark nos fez sentir no show em Londres, só que o inverso que o filme fez. Em “Janela Indiscreta”, Jefferies age como o público do cinema e no cinemark, agimos como o público que estava presente no show.

Foi algo interessante de se ver. Brecht não iria curtir a brincadeira, certeza. Afinal ele gostaria de lembrar que estávamos na sala de cinema e não nas arquibancadas em Londres.

Infelizmente, a transmissão teve algumas quedas de sinal e o show terminou de uma maneira brusca, fade out e fim. Soubemos que lá na terra da rainha teve bis do novo sucesso “Flor”, mas por aqui, foi-se a última música e a luz do cinema se acendeu. Mas tenho quase certeza que isso não tirou o brilho dos olhos de quem esteve lá em Londres e de quem conseguiu comprar o ingresso do cinema.

Foi uma maneira criativa de divulgar o trabalho e imagino que muito em breve, os artistas irão nos surpreender cada vez mais. Eu, estudante de rádio e tv, fico cada vez mais encantada com as possibilidades que a tecnologia nos traz para fazer o nosso trabalho cada vez mais com maestria e criatividade. Sensacional.

Vamos alguns videozinhos não oficiais?

Alguém lá no show, live in London

Muita gente filmando pelo cinema. Sim, os lanterninhas tentaram impedir várias vezes, sem muito sucesso.

Este aqui é o vídeo oficial de “Flor” que fez parte do DVD de Floripa

Uma opinião sobre “Eclipse”


ESTE TEXTO CONTÉM SPOILERS

Ontem eu fui assistir  “Eclipse”, terceiro filme da Saga Crepúsculo.  Estava empolgada porque muita gente que detesta a série dizia ser o melhor até agora. Sem contar que fãs enlouquecidas compraram mais de 90 mil ingressos antecipados para ver a pré-estreia  às 0h00 do dia 30 de junho.  Até pensava que não seria possível assistir neste final de semana.

Mas como metade das salas do cinema que freqüento estava oferecendo o longa, consegui. Compramos pela internet para evitar demoras, jantamos e momentos antes fomos para a fila que já se formava na frente da sala.

O filme começa com uma sacada boa que não tem no livro. Grande mérito do roteirista.  Logo de cara sabemos como Riley foi transformado em vampiro. Este personagem até ganha um destaque que não havia no livro. Conhecemos seus pais e como Charlie, pai da Bella, fica preocupado com o desaparecimento do jovem rapaz.  Mas a parte surpreendente acaba aqui.  O logo da saga aparece e tudo começa a desmoronar.

Uma das milhares cenas de amor entre Bella e Edward

Não culpo o diretor, culpo o responsável pela montagem do filme. Isto porque em quase todas as cenas de diálogo os cortes de plano e contra-plano estão MUITO, mas MUITO mal feitos. A não ser que a ideia original fosse que a gente não visse o personagem que fala e somente aquele que está ouvindo.

Um exemplo, uma cena super delicada e engraçada entre Bella e seu pai na cozinha. Charlie tenta iniciar uma conversa sobre sexo seguro com sua filha. No livro, dá para sentir a tensão, mas na telona a cena fica esquisita. Quando Charlie está falando, só vemos a cara da Bella e vice-versa. Ainda mais quando ela anuncia que é virgem. O plano nela tem 1 segundo e já corta para um plano geral dela correndo para a escada. Aquilo me incomodou, pois em todo filme os planos e movimentações de câmera fazem com que a gente se sinta dentro do filme, como um figurante.  Basta lembrar da primeira vez em que Jacob aparece na tela: câmeras meio tremidas, planos curtos e em detalhes. E bem nesta da cozinha, há um corte brusco que nos distancia.

Os Cullen se preparando para lutar contra os recém-criados

O mesmo ocorre com a luta entre lobos, vampiros e os recém-criados. A cena de luta de Neo e Smith em Matrix, ganha de dez a zero.  Acho que aqui houve um abuso da tecnologia, é tudo tão rápido que não dá para entender muito. Só vemos borrões. Em Matrix, havia bons planos das reações dos personagens.  Mas a tecnologia teve seu lado bom sim. Os lobos foram muito bem feitos. Os pêlos são tão incríveis quanto os de Sully, em Monstros  S.A.

Voltando à montagem, enquanto eu assistia ao filme surgiu uma dúvida: será que quem não leu o livro está entendendo alguma coisa? Para quem não leu: quando Bella diz: “Sou a Suíça”, faz algum sentido para você? Se você leu o livro, faz.

No desespero de comprimir a história em algumas horas fez com que o filme perdesse a continuidade. Está tudo jogado.  Uma montagem bem esquisita e diferente dos outros longas da série.

Aqui me atrevo a fazer outra comparação: Eclipse é fantástico na direção de arte, os cenários estão lindos, atores mais preparados e o filme mais sombrio como no livro, mas como fã da série, Catherine Hardwick foi , para mim, mais fiel à adaptação. Com orçamento baixíssimo, o filme com certeza respeitou muito mais coisa que Eclipse.

Mas isso vai de gosto de cada um. É inegável dizer que a série tomou grandes proporções e deixou muitos cinéfilos e críticos de cinema bravos por uma história tão mamão com açúcar e com atores quase sem experiência ser aceita pelo público.  Dá vontade de rir. Sério. Falem bem, falem mal…mas tudo mundo está falando de “Eclipse”.

Eu poderia escrever muito mais coisa neste post, mas vou aguardar o resultado dele. Se rolar diálogo, escrevo mais.

Sintonize sua história


No dia 02 de junho coloquei aqui no blog um post chamado “ Radionovela”. Nele eu falava de um programa que fizemos para a disciplina de produção de rádio. Após ouvir algumas críticas construtivas, resolvemos mudar o sentido do nosso programa.

Deixou de ser radionovela e passou a ser um programa onde as pessoas enviam as suas histórias e nós da rádio fazemos a encenação. O tema desta edição é: choro de mãe, baseado no conto escrito dia 26 de abril de 2010.

O resultado você vê aqui.

Na locução: Ana Luisa e Mayara Picoli

Voz do alfinete: Rafael Fillipini (Sintonize a sua história)

Vozes da vinheta de abertura: Mayara Picoli, Renata Canales, Marcelo Viesti e Guilherme Cintra

Alfinete Rádio Ramos: Livia Di Bartolomeo e Bruna Marques

Edição: Robertinho

Você participaria deste programa?Mandaria a sua história? Dê a sua opinião, ela é muito importante.

pagando a língua #eclipse


No dia 26 de abril eu fiz um post falando que a Summit estava tranquila em relação a publicidade do filme “Eclipse”, terceiro longa da Saga Crepúsculo que estreia dia 30 de junho. Mas o tempo foi passando e eis que várias cenas estão sendo divulgadas o que significa que a estratégia de marketing envolvida no “Lua Nova”, segundo da série, deu certo e resolveram apostar novamente. Ou seja, “engoli a minha língua” hehhe

Segue as novas cenas

Este aparece a mãe da Bella

Divulgada no MTV movie awards em 06 de junho.

#doepalavras


Fiquei encantada quando recebi  da Ana Luisa um e-mail pedindo doação de palavras. Não era dinheiro, comida, roupa, mas palavras.

O Hospital Mário Penna, em Belo Horizonte, que cuida de doentes de câncer, lançou um projeto lindo que se chama “DOE PALAVRAS”.

Fácil, rápido e todos podem doar um pouquinho.

Você acessa o site http://www.doepalav ras.com.br/, escreve uma mensagem de otimismo, curta (como twitter), e sua mensagem aparece no telão para os  pacientes que estão fazendo o tratamento.

É uma atitude simples que pode ajudar muitos pacientes. Participe

“Eclipse” – cena liberada


Hum…dia 26 de abril eu escrevi um post falando que a Summit estava bem “calminha”com relação a publicidade do filme “Eclispe” da “Saga Crepúsculo”. Estava indo tudo bem, os atores conseguiam chamar a atenção ainda mais com o “bafafá” dos coadjuvantes em pedir aumento no cachê para gravar “Amanhecer”, último livro de Stephenie Meyer.

Porém, a maré foi baixando e os acessos ao making of e os dois trailers no youtube não aumentaram mais de forma astrônomica como vinha acontecendo. E o que aparece hoje? Uma nova cena é liberada, só que desta vez o trio queridinho não está nela. Vemos os Volturi e a Dakota Fanning que até ontem era uma menininha.

A pergunta que fica é: será que seremos bombardeados com novas cenas até o dia 30 de junho? Hum…tem gente que não reclamaria.

Segue vídeo – Pra quem não gosta de spoilers, não veja.

Fonte: Twilight disorder

Mais cenas da Oprah
http://www.youtube.com/watch?v=QY8lvjQJFwo%5D

Spot de TV em 17 de maio de 2010

Novo trailer de “Eclipse”: e a Summit volta com suas jogadas de marketing!


Poster 02 do filme "Eclipse"

Na sexta-feira foi transmitido no programa Oprah a segunda (e última?) versão do trailer de Eclipse, da Saga Crepúsculo. Até aí não é novidade já que o filme estreia dia 30 de junho. Mas o que mais me intrigou é a diferença da campanha de marketing da produtora Summit com o filme anterior, Lua Nova.Foram inúmeras as cenas liberadas no youtube e os diversos trailer meses antes da première. Confesso que até cansou um pouco e ao assistir o longa no cinema, quase não houve surpresas..tudo já estava na internet.

Por que será que houve mudança? Eu tenho um palpite. Nem toda sequência de um filme faz sucesso. Lógico que há exceções como a trilogia “O senhor dos anéis” , que foi filmada toda de uma vez e dividida só depois, Harry Potter que tem sete livros e o saldo final será de oito longas, “Piratas do Caribe” etc, mas há grandes fiascos como “Efeito Borboleta” e “Premonição”. Para mim seria esse o motivo da exaustiva campanha de Lua Nova: garantir a fidelidade dos fãs de Crepúsculo e atiçar novos seguidores que desejam uma mordida de Edward.

O resultado foi algo surreal. Enquanto “Crepúsculo” faturou US$ 250 milhões, “Lua Nova”passou de US$ 700 milhões. Agora que os fãs já estão enlouquecidos e aguardam ansiosos a estreia, os tabloides investem no “namoro”entre os protagonistas e atiçam para a polêmica da quarta adaptação. Será que “Amanhecer” será dividido como Harry Potter? Não sabemos ainda, por enquanto só acompanho o que vem sendo publico a respeito desta febre.

“Na continuação de “Lua Nova”, Bella Swan precisa enfrentar as consequências de ser amiga do lobisomem Jacob Black e namorada do vampiro Edward Cullen. Ao mesmo tempo, a moça se vê aterrorizada por uma misteriosa onda de assassinatos em Seattle e o fato de estar sendo perseguida por uma maligna vampira. Baseado no terceiro livro da série iniciada em “Crepúsculo”.” (fonte: cinema em cena)

A primeira coisa que apareceu foi um teaser de 10 segundos do trailer 10 segundos liberados do trailer:

Dias depois, saiu o trailer completo trailer 01

O que mais me chamou a atenção, foi uma fã (medo dela) ter filmado a sua reação quando o primeiro trailer de “Eclipse” caiu na rede. Fã enlouquecida:

Pouco tempo depois, uma cena é liberada:

E na sexta-feira, o novo trailer Trailer 02:

Pra quem ainda não viu, o dvd de “Lua Nova” traz os bastidores de “Eclipse”:

Confesso que fiquei mais encantada com o primeiro trailer por causa da música e da fotografia. O segundo já entrega muito coisa, perde um pouco da surpresa. Mas a questão que fica é: será que este foi o último trailer antes da estreia? Posso estar enganada…quem sabe quando se aproximar da data não aconteça outro bombardeio?? Eclipse ocorre raramente, mas a publicidade…. Temos que aguardar só.

O hábitus de cada dia


Este post eu destino ao trabalho de comunicação comparada a respeito do hábitus. Você sabe o que é isso?

Hábitus é o princípio estruturador e gerador de práticas, gosto, ações e percepções adquiridos ao longo da sua trajetória social. Em outras palavras, é o princípio que te faz agir do jeito que você age. É uma ação tão profunda que se torna inconsciente e você chega ao hábitus a partir de um longo processo de aprendizagem. Confuso? Simples, basta pensar em andar de bicicleta. Não se lembra como foi difícil aprender? Então pense em quando você aprendeu a dirigire em como você dirige agora. Parece tudo simples, certo? Mas não é bem assim.

Basta lembrar de todas as coisas que você faz sem pensar e todos os conceitos que você incorporou. Tudo é culpa do hábitus. Se dá para mudá-lo? Dá sim, mas imagine mudar uma coisa que é tão enraizada em você? É um grande desafio.

Somos bombardeados com informação e constantamente vamos reformulando nosso hábitus, isso se dá de forma automática porque somos domestificados, mas tem certas coisas que “não descem”, sabe? Imagine a seguinte situação: Você aos 20 anos sabe, provavelmente, mexer em um computador e acessar um blog – senão não estaria lendo isso aqui -, mas a minha mãe, por exemplo, tem quase 50 anos e só agora ela está aprendendo a mexer no computador. Ela tem bastante dificuldade em assimilar as coisas, enquanto que para mim é tudo muito simples. Isso acontece porque meu hábitus se rearranja o tempo inteiro enquanto que o dela está há muito tempo enrraigado. Mas, caros leitores, para ela não ficar mal, vamos inverter a situação: você acha que eu entendo tão bem de cozinha? Nem de longe. Ela com certeza sabe muito mais. Por que? Porque cozinhar não está incorporado no meu hábitus. Com o meu blog eu estou tentando incorporar ao hábitus: atualizá-lo sempre, no mínimo uma vez por semana…

Ó céus! Chega de divagar! Vamos ao trabalho. Baseado nas aulas e nesse viagem ae encima, meu grupo: Ana Luisa, Bruna Marques, Caio Ramos, eu e Mayara Picoli brincamos com duas gerações para tentar desmistificar a confusão que acabei de fazer a respeito do hábitus. A história é a seguinte: a neta pede que a avó a leve na casa da amiga.  Se interessou? Então clique aqui e ouça.

Programa “Traduções”


Caio Poltronieri e Mayara Picoli na locução do Programa Traduções

Durante o mês de março meu grupo na Cásper Líbero deu de cara com o desafio de criar um programa musical que fosse transmitido ao vivo. Fomos responsáveis por tudo: desde a criação da ideia do programa, produção, trilha, direção até a locução. Tudo isso aos olhos da sala inteira e da professora, claro.

As regras eram claras: tínhamos que falar sobre música e tocar algumas, mas  com um roteiro diferente. Lá se foi o grupo ouvir diversas rádios para ver o que já é feito e se era possível ao menos melhorar alguma ideia, uma vez que é quase impossível criar algo do zero sem referências. O programa “Traduções” surgiu do nada. Tudo porque encontrei sem querer no youtube um vídeo bizarro.

Eu achava que era brega traduzir a música estrangeira para o português, só que esse cara conseguiu piorar rs…
Enfim, foi vendo esse cidadão que veio o insight de fazer um programa que falasse de versões de músicas brasileiras em outras línguas. O grupo aceitou e logo de cara escolhemos falar sobre “Garota de Ipanema”, já que conhecíamos a versão francesa e inglesa.

E foi assim. Preparamos o texto, fiquei responsável pela produção e trilha, a Bruna Marques pela direção e o Caio e a Mayara soltaram a voz na locução.  Na realidade, toda a produção foi feita em conjunto, só na hora do programa que segmentou mesmo.
Então, quem quiser conferir, basta clicar aqui. Está hospedado no uol mais.

Ao fundo, Livia e Bruna na produção e direção

Curiosidades
Vozes das vinhetas: Livia Di Bartolomeo e Bruna Marques
Rádio Ramos – nome veio do sobrenome do Caio Ramos Poltronieri. Faltou ideia para o nome da rádio, foi o dele mesmo hehe
Músicas: grande ajuda de Camila Fink para encontrar as bg

CAIXA PRETA ao vivo na rádio Gazeta AM


Esta faculdade de rádio e TV está me rendendo boas surpresas.  Na semana passada a sala recebeu uma tarefa de produzir um programa cujo entrevistado seria Paulo Lima, editor da revista Trip e apresentador-faz-tudo do programa Trip FM na rádio Eldorado.  Como estávamos para entrar em semana de provas e eu sabia que todos ficariam como zumbis, tomei a iniciativa de agilizar a produção deste programa.  O povo foi se juntando e fomos montando perguntas, pensando na estrutura do programa…tudo para no dia fazer a prova no horário anterior com calma e chegar tranquilo para a gravação que seria no estúdio de rádio normal.

Mas daí…a coisa ganhou proporções. Na segunda aula, que ocorreria o programa, ficamos sabendo que a professora deu um jeito de colocar a gente AO VIVO na Rádio Gazeta AM com a justificativa que estávamos bem organizados. Ó, céus! Foi uma odisséia!

Tudo bem que estava tudo pronto, mas foi uma pauleira! Tínhamos 10 minutos para achar trilhas, “treinar” locutores, definir fala-povo, depoimentos e vinhetas e ainda fazer um espelho decente! Coooorrreeee ….mas no final, deu TUDO certo! Os locutores destravaram rapidinho e ainda conseguiram entender as minhas mímicas de produtora (que aliás, preciso trabalhar melhor isso hehe).

Bloco 02 do programa CAIXA PRETA

Só rolou mesmo porque as pessoas se empenharam antes, durante e depois! Fiquei super feliz mesmo e estou emocionada que meu segundo programa de rádio já foi ao vivo!

Agradecimentos:

Um agradecimento especial a Camila Fink que lindamente criou o nome do programa!
A Tiemy também que ficou online no ning comigo praticamente o tempo inteiro,
ao Rafa que foi atrás das músicas,
a Mayara que deu seu jeito: na sua falta de tempo, ela conseguiu analisar o programa da Eldorado e contribuir com informações cruciais,
a Carol, mais estressada do que eu (hehe) que mandou muito bem na pré e pós-produção,
a Bruna que mais uma vez me socorreu nas pautas de cada bloco,
a Renata que teve toda a paciência comigo momentos antes de irmos pro ar,
ao Bruno Rava que pegou a bucha da produção executiva e me orientou sempre que foi preciso,
a Magaly, professora, que colocou a gente ao vivo e
aos locutores que toparam participar e mandaram muito bem! Enfim..a TODOS que de alguma forma se envolveram! Foi genial!

Pra quem ficou curioso, segue link!

Vencedor do Casperito 2009


Quase esqueci de falar sobre isso por aqui. Com a cobertura do Oscar lembrei que eu já ganhei um prêmio, em equipe, claro.
No ano passado, o primeiro trabalho prático que tive como estudante de rádio e tv foi criar uma história sem palavras em áudio com até 1 minuto. A dificuldade foi tremenda! Como fazer isso?

Lá se foram dois sábados a tarde!! A ideia do roteiro foi tranquila: um rapaz está na casa da namorada quando o amigo chama ele pra balada. Com uma desculpa esfarrapada, ele deixa a namorada e vai curtir. No meio da festa, uma garota se aproxima e “flerta” com o cara. Ele cai na dela, mas uma amiga da namorada vê tudo e liga contando o “bafão”. Quando o cara volta pra casa, lá vem a briga. E o nome da história: “A traição“. Clique no link para ouvir.

O trabalho não foi muito bem aceito pela professora e a nota no bimestre confirmou que ela esperava mais do grupo. Porém, no final do ano aconteceu uma grande surpresa!

Lá na faculdade tem, todo ano, uma premiação chamada “Casperito” e os alunos do primeiro ano podem participar. Aliás, tem até uma categoria específica para eles. Confesso que inscrevi esse trabalho quase sem esperanças, mas na hora H fomos premiado como melhor áudio dos alunos do primeiro ano! É isso ae!! aha uhu…o Casperito foi nosso!! eheheheh

2010 tem mais!

Elenco: Bruna Marques, Livia Di Bartolomeo, Mayara Picoli, Rafael Batista e Vinícius Peres

A= namorada
E = amigo
I = amiga da namorada
O = namorado
U = a outra

Gravando!


Trabalhar no Ikwa me exige uma atividade que eu, particularmente, gosto muito: fazer reportagens em vídeo. Para mim, cada matéria é um novo desafio que me entrego de corpo e alma porque eu aprendo muito com os entrevistados e comigo mesma. A cada gravação sinto que vou dando mais um passo e ao ver a matéria no ar, sinto que estou evoluindo. E dentro disso, tem vezes que um vídeo se destaca.

E esta semana foi ao ar uma matéria que com certeza vou guardar no coração pra vida inteira. “Duas carreiras ao mesmo tempo” foi muito especial para mim nem tanto pelo assunto, mas como a equipe resolveu abordar o tema. Ela fala de pessoas que têm dois empregos e mostra como eles lidam com a rotina puxada. E eu senti na pele o que é se dividir em duas para dar conta do trabalho.

Thumb da matéria que foi ao ar hoje, 03 de março de 2010

A ideia da duplicação não foi minha, mas veio num momento muito especial. Foi muito trabalhoso gravar, regravar, trocar e destrocar de roupa, decorar texto e ainda pedir que o Ikwa inteiro ficasse sem falar alto pra gente conseguir gravar as intervenções na matéria. Mas confesso que a dor no corpo e o cansaço compensou o resultado final e me sinto orgulhosa. Só tenho a agradecer por ter participado de algo tão legal.

Espero de coração que a gente tenha mais ideias criativas assim porque além de ter aprendido muito, a diversão foi garantida. Sei que este texto tá muito meloso, mas quero deixar claro que não foi encomendado, foi só a consequência de um trabalho bem feito: satisfação.

A alegria vem junto com o sentimento de: “será que o público vai gostar?”Eu espero que sim. Se você ficou curioso para ver a matéria, acesse aqui e não deixem de comentar, aqui ou lá, o que acharam.

Para ver todas as inserções, inclusive as que não foram para a matéria, veja o vídeo abaixo.  Participação do Newman me ajudando nas falas! Valeu,  Minhoca

Um olhar sobre “Crepúsculo” e “Lua Nova”


Eu lembro muito bem que quando era criança não gostava muito de paródias. Pra falar a verdade eu não gostava porque geralmente não conhecia a obra original. Hoje é diferente e por causa disso resolvi falar de duas em especiais.

As obras originais são as adaptações cinematográficas de “Crepúsculo” e “Lua Nova”. Sem entrar no mérito se os filmes e livros são bons, vim aqui destacar a criatividade de duas irmãs, Hilly e Hannah Hindi. Elas ultrapassaram o limite de fãs.

As paródias delas são muito criativas, cheia de humor, mas conservam o essencial de cada história. Para quem não sabe, as duas usam apenas uma câmera e são elas mesmas quem filmam, atuam e editam. Obviamente que tem uma grande equipe por trás, mas a grosso modo, o trabalho é delas. O sucesso foi tanto em “Crepúsculo” que a Summit liberou o uso do carro de Bella e alguns cenários para que elas fizessem a paródia do “Lua Nova”. É mole?rs

A fama delas está crescendo e novas paródias como Batman já foram ao ar. Quem sabe ainda o que vem por ae. Para ficar por dentro do que elas vão aprontar, entre no site “The Hillywood Show“.

Me despeço deixando os dois vídeos aqui para quem curte a saga “Crepúsculo”

Crepúsculo

Lua Nova