O hábitus de cada dia


Este post eu destino ao trabalho de comunicação comparada a respeito do hábitus. Você sabe o que é isso?

Hábitus é o princípio estruturador e gerador de práticas, gosto, ações e percepções adquiridos ao longo da sua trajetória social. Em outras palavras, é o princípio que te faz agir do jeito que você age. É uma ação tão profunda que se torna inconsciente e você chega ao hábitus a partir de um longo processo de aprendizagem. Confuso? Simples, basta pensar em andar de bicicleta. Não se lembra como foi difícil aprender? Então pense em quando você aprendeu a dirigire em como você dirige agora. Parece tudo simples, certo? Mas não é bem assim.

Basta lembrar de todas as coisas que você faz sem pensar e todos os conceitos que você incorporou. Tudo é culpa do hábitus. Se dá para mudá-lo? Dá sim, mas imagine mudar uma coisa que é tão enraizada em você? É um grande desafio.

Somos bombardeados com informação e constantamente vamos reformulando nosso hábitus, isso se dá de forma automática porque somos domestificados, mas tem certas coisas que “não descem”, sabe? Imagine a seguinte situação: Você aos 20 anos sabe, provavelmente, mexer em um computador e acessar um blog – senão não estaria lendo isso aqui -, mas a minha mãe, por exemplo, tem quase 50 anos e só agora ela está aprendendo a mexer no computador. Ela tem bastante dificuldade em assimilar as coisas, enquanto que para mim é tudo muito simples. Isso acontece porque meu hábitus se rearranja o tempo inteiro enquanto que o dela está há muito tempo enrraigado. Mas, caros leitores, para ela não ficar mal, vamos inverter a situação: você acha que eu entendo tão bem de cozinha? Nem de longe. Ela com certeza sabe muito mais. Por que? Porque cozinhar não está incorporado no meu hábitus. Com o meu blog eu estou tentando incorporar ao hábitus: atualizá-lo sempre, no mínimo uma vez por semana…

Ó céus! Chega de divagar! Vamos ao trabalho. Baseado nas aulas e nesse viagem ae encima, meu grupo: Ana Luisa, Bruna Marques, Caio Ramos, eu e Mayara Picoli brincamos com duas gerações para tentar desmistificar a confusão que acabei de fazer a respeito do hábitus. A história é a seguinte: a neta pede que a avó a leve na casa da amiga.  Se interessou? Então clique aqui e ouça.

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Programa “Traduções”


Caio Poltronieri e Mayara Picoli na locução do Programa Traduções

Durante o mês de março meu grupo na Cásper Líbero deu de cara com o desafio de criar um programa musical que fosse transmitido ao vivo. Fomos responsáveis por tudo: desde a criação da ideia do programa, produção, trilha, direção até a locução. Tudo isso aos olhos da sala inteira e da professora, claro.

As regras eram claras: tínhamos que falar sobre música e tocar algumas, mas  com um roteiro diferente. Lá se foi o grupo ouvir diversas rádios para ver o que já é feito e se era possível ao menos melhorar alguma ideia, uma vez que é quase impossível criar algo do zero sem referências. O programa “Traduções” surgiu do nada. Tudo porque encontrei sem querer no youtube um vídeo bizarro.

Eu achava que era brega traduzir a música estrangeira para o português, só que esse cara conseguiu piorar rs…
Enfim, foi vendo esse cidadão que veio o insight de fazer um programa que falasse de versões de músicas brasileiras em outras línguas. O grupo aceitou e logo de cara escolhemos falar sobre “Garota de Ipanema”, já que conhecíamos a versão francesa e inglesa.

E foi assim. Preparamos o texto, fiquei responsável pela produção e trilha, a Bruna Marques pela direção e o Caio e a Mayara soltaram a voz na locução.  Na realidade, toda a produção foi feita em conjunto, só na hora do programa que segmentou mesmo.
Então, quem quiser conferir, basta clicar aqui. Está hospedado no uol mais.

Ao fundo, Livia e Bruna na produção e direção

Curiosidades
Vozes das vinhetas: Livia Di Bartolomeo e Bruna Marques
Rádio Ramos – nome veio do sobrenome do Caio Ramos Poltronieri. Faltou ideia para o nome da rádio, foi o dele mesmo hehe
Músicas: grande ajuda de Camila Fink para encontrar as bg