Encontros e desencontros


Sabadão de manhã. Dez horas em frente à entrada do shopping. Foi lá que os recém-formados do nível avançado da Aliança Francesa resolveram comemorar a aprovação no Delf B2. Alunos e, é claro, a professora só exibiam sorrisos. O clima era de amizade. Conversas sobre passado, presente e futuro circularam, ainda mais com a presença da pequena Camila , uma menininha linda de dois anos, filha de um dos alunos.

No meio do encontro, uma surpresa: meu celular toca com um número estranho.

– Alô?

– Livia?

– Sim, quem é?

– A Fabi.

– Que Fabi? – perguntou tentando buscar na memória todas as Fabianas que conhecia.

– Da cocada da imigração!

Nossa! Por essa, não esperava!

– Fabiiiiiiiiiiiiiii!! Nossa..quanto tempo!!

– Vocês estão onde?

– No café Blenz, do shopping.

– Tô indo ae. – e desliga o telefone.

“Nossa, Fabi! De onde ela achou meu telefone?”

Para quem  não sabe, estudei com ela alguns níveis do francês, mas ela se despediu da gente no intermidário 3 para morar no Canadá. Isso faz dois. Dois anos que não falava com ela.

Ela chega com o namorado e não pude deixar de pergutnar:

– Como você ainda tinha o meu telefone?

– Por causa de um e-mail que você mandou anos atrás sobre a Herbalife – responde.

Céus! Como eu adoro a tecnologia! E a Herbalife! Juntando pessoas que há tempo não se viam.

O encontro continuou e, é claro, foi curto demais para matar a saudades. Mas foto não podia deixar de faltar.

Rendez-vous!

Tenho certeza que a amizade continua. Por isso que eu amo o francês também! Junta pessoas tão diferentes com o mesmo objetivo e traz aqueles com quem convivemos e que, por coisas da vida, tiveram que se afastar. O bom é que sempre há um jeito de voltar! =)

O fim de um ciclo


ah...Paris...ainda vou lá

Quando entrei em jornalismo na PUC, eu tive que escolher uma língua estrangeira como grade do curso. Como eu já tinha terminado o inglês e estava no meio do espanhol, resolvi encarar o desafio de estudar francês. Foi um ano repleto de aulas, mas confesso que não havia entendido muita coisa. Por isso, no ano seguinte, me matriculei na Aliança Francesa.

Nunca me esqueço daquele primeiro dia de aula. Aquela sensação engraçada de não entender nada o que a professora estava falando, doía até o cérebro de tanto que eu forçava para entender. Mas esse desespero só durou os dois primeiros sábados de manhã, sim eu fazia aos sábados.

A turma era grande: 13 alunos. Dos mais diferentes estilos, idades e sonhos, mas todos ali com a mesma vontade: aprender francês. Depois que “peguei o jeito”, o básico 1 acabou sendo fácil. Tinha muitos jogos, falação e exercícios para praticar. A turma estava tão empolgada que até fizemos naquele semestre mesmo, um grupo de estudo.
Nunca vou esquecer da técnica da “cuspida e catarrada” para falar o verbo prendre da maneira correta.

No básico 2 já sentimos aquela derrubada: alguns não continuaram, outros repetiram (não sei como, sinceramente), mas fomos firmes. Tempos verbais e conjugações começaram a fazer parte da nossa vida. Foi tão legal conseguir contar uma coisa no passado!! Graças ao chapeuzinho do passé composé. Ficou marcado o desenho da casinha explicando quando usar être e quando usar avoir.
O mais engraçado é que eu nunca mais esqueci.

Fui caminhando e a turma diminuindo. Básico 3, Intermediário 1…quando chegou no 2, aconteceu o que eu esperava: a turma acabou. Não tinha alunos suficientes e lá fui eu fazer o curso de sábado a tarde. Affe!! Achava que seria terrível, mas a turma e as professoras foram tão incríveis que valia a pena perder meus sábados a tarde.

O problema veio quando entrei no avançado, tive que mudar de unidade e dei de cara com uma professora que não deu muito certo. Sabe aquela coisa de “santo não bate”? Pois é, eu entendi naquele momento o que significava isso.
Naquele semestre foi a primeira vez que me desencantei com o francês, isso depois de três anos.

Mal terminei o avançado 1 fui obrigada a parar. Tinha começado a trabalhar e ainda tinha aula aos sábados na faculdade. Foram 06 meses sem aula. Estranho, mas eu dava meu jeito. Ouvi muita música, lia muito e tentava participar de chats em francês.

Até que no início deste ano, tive a oportunidade de voltar: para a mesma unidade e horário de quando me matriculei pela primeira vez. Entrei numa turma que me recebeu de braços abertos e encontrei uma professora muito querida, que me incentivava enquanto eu ficava que nem louca entre francês-trabalho-faculdade.

Foi difícil conciliar tudo…e..neste sábado foi a última aula. Um sentimento engraçado estava dentro de mim. Um mix entre “alívio que terei meus sábados de volta”e tristeza que “mas já acabou?Queria mais”.

Enquanto aguardo o resultado do Delf B2, fico aqui com aquele sentimento de quando um ciclo se fecha. Foi assim com o inglês e espanhol…por que não iria ocorrer o mesmo com o francês? Para completar, só falta ir para Paris para ver como eu viro…ah..Paris…foi por causa deste lugar que resolvi estudar francês…

Salut, mes amies! Comme n’existe pas en français une éxpression sur ça, je vous dis: vou sentir saudades

Stupeur et tremblements – Vous parlez français?


J´ai lu pour l´alliance française

Pour moi, la lecture d’un livre est comme vous inviter même à aller au cinéma. Mon imagination est capable de donner de la vie et de la forme à l’expression écrite par chaque auteur et par conséquent, il semble un film que seulement moi a vu.

Le film “stupeur et tremblements” a été un choc pour moi. C’était presque comme tout ce que j’avais imaginé. Sauf pour le personnage Fubuki, parce que je pensais qu’elle était plus belle. La séquence du filme a été fidèle à celle du livre et que, contrairement à la plupart des films, c’était plutôt bien. L’actrice qui a joué Amélie a réussi à donner de la grâce et l’innocence décrite par l’auteur et je vous avoue que je me suis sentie sur sa peau. Je me voyais en marchant dans une société japonaise et j’imaginais comment je réagirais avec tant de règles. Bien que beaucoup de gens pensent qu´il s´agiit de préjugés, mais je crois que le film montre un stéréotype du Japonais clairement, sansdes idées préconçues.

Certes, ce film a subi à ma liste de favoris et je suis encore plus heureuse d´avoir compris tout ce que l´on a parlé, sans avoir à recourir au sous titre, qui était aussi en français. Il a été une très bonne expérience.

Je vous indique de lire le livre et ensuite voir le film, la seule façon de comprendre l’horreur drôle publiés dans les yeux bleus d’Amélie dans la scène de salle de bains.

Voir le “trailer”

Vous parlez français?


Uma das minhas paixões é estudar línguas, em especial a francesa já que desde pequena sou fascinada pela Torre e pelas maravilhosas paisagens que, por enquanto, vejo a partir de filmes e fotografias. Em 2005 resolvi iniciar os meus estudos e hoje venho colocar aqui uma redação que tive que fazer com 10 palavras (em negrito) e que foi parar no blog da Aliança Francesa. Legal isso, fiquei feliz!

Un jour,  j’écoutais de la musique  sur  mon baladeur quand mon mentor est arrivé et m’a dit que si je n´étudiais pas, je me escagasserais dans les tests. C’était la galère quand j’ai entendu ça, mais j’ai décidé de changer ma vie.
Ma première tâche était d’écrire un essai sur un thème libre, mais je n’avais aucune idée de ce que je devais dire. J’ai zappé les boutons à la télévision et j´ai même fait un remue-méninges pour voir si je retrouvais de l´inspiration. Les idées ont commencé  à arriver, dans un crescendo….
J’ai décidé d’écrire une version du cheval de Troie. J’ai appelé mon professeur dans le mobile et il a aimé l’ idée. J’ai lui ai  envoyé une version définitive et une variante. Le résultat ? Je les ai réussis avec un 10 !

É só escrevendo para pegar a prática mesmo. E, em junho, tem Delf…vamos que vamos

Salut!