Equilíbrio


Às vezes as coisas acontecem para a gente se mexer. Sair da zona de conforto e lutar por aquilo que precisamos para voltar a um equilíbrio.

Hoje a aula de comunicação comparada me fez refletir muito sobre muitas coisas, além das necessárias para o entendimento da disciplina.

Jean Piaget fala que ser inteligente é ter a capacidade de solucionar problemas.  Eu realmente tento ser inteligente e busco meu equilíbrio.

Fica meio difícil explicar o que quero dizer, pois como Ludwig Wittgenstein disse, minha linguagem é o limite do meu mundo e, no momento, não consigo expressar linguisticamente o que estou sentindo.

É, o professor tem razão…as quintas-feira são quase uma terapia…

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Esse cara existe?!


No meio do frisson “Saga Crepúsculo” duvido que não haja um ser do sexo feminino, independente da idade, que não tenha alguma vez sonhado em ter o cara perfeito na vida. Vampiros e lobisomens a parte, venho falar de outra coisa, mas do mesmo assunto.

Na faculdade somos desafiados a realizar coisas que antes a gente nem parava para pensar sobre. E tem uma matéria, aliás, um professor, que adora botar nossa cabeça para funcionar. Pois bem, o tema do trabalho era discutir o que é a realidade, quem está falando a verdade e outras questões que filósofos ficaram anos discutindo e que nós da casa dos 20 anos devemos começar a refletir.

O que é a realidade? Difícil responder porque ela é uma experiência individual única já que está diretamente ligada à consciência (Edmund Husserl). Pensando que a consciência nunca é pura, é sempre alguma coisa, pode-se dizer que ela se dá a partir da experiência. Aí está o problema. Como ninguém passa pela mesma experiência que o outro, ela só tem significado dentro da consciência de cada um. É complicado fazer o outro saber o que você passou, ele pode ter uma ideia. O engraçado é que mesmo que ele passe por uma mesma situação, a experiência para ele pode ser diferente da sua.

Ficou complicado? Vamos simplificar. Desta vez, resolvi ficar na frente das câmeras e aproveitar a minha semelhança com Ana Luisa para colocarmos em prática a teoria que escrevi precariamente (a aula foi infinitamente melhor) . Livia (eu mesma) acredita que tem no namorado perfeito, mas a sua irmã Ana acha que ela inventou esse cara. (Foi por causa disso que iniciei o post falando de namorado perfeito). As duas têm certeza da sua versão da história…mas e ai, ele existe? Espero a sua resposta, mesmo que seja algo que diga para eu nunca mais atuar (rs).

Grupo: Ana Luisa Pacheco, Bruna Marques, Caio Ramos, Livia Di Bartolomeo e Mayara Picoli.

O hábitus de cada dia


Este post eu destino ao trabalho de comunicação comparada a respeito do hábitus. Você sabe o que é isso?

Hábitus é o princípio estruturador e gerador de práticas, gosto, ações e percepções adquiridos ao longo da sua trajetória social. Em outras palavras, é o princípio que te faz agir do jeito que você age. É uma ação tão profunda que se torna inconsciente e você chega ao hábitus a partir de um longo processo de aprendizagem. Confuso? Simples, basta pensar em andar de bicicleta. Não se lembra como foi difícil aprender? Então pense em quando você aprendeu a dirigire em como você dirige agora. Parece tudo simples, certo? Mas não é bem assim.

Basta lembrar de todas as coisas que você faz sem pensar e todos os conceitos que você incorporou. Tudo é culpa do hábitus. Se dá para mudá-lo? Dá sim, mas imagine mudar uma coisa que é tão enraizada em você? É um grande desafio.

Somos bombardeados com informação e constantamente vamos reformulando nosso hábitus, isso se dá de forma automática porque somos domestificados, mas tem certas coisas que “não descem”, sabe? Imagine a seguinte situação: Você aos 20 anos sabe, provavelmente, mexer em um computador e acessar um blog – senão não estaria lendo isso aqui -, mas a minha mãe, por exemplo, tem quase 50 anos e só agora ela está aprendendo a mexer no computador. Ela tem bastante dificuldade em assimilar as coisas, enquanto que para mim é tudo muito simples. Isso acontece porque meu hábitus se rearranja o tempo inteiro enquanto que o dela está há muito tempo enrraigado. Mas, caros leitores, para ela não ficar mal, vamos inverter a situação: você acha que eu entendo tão bem de cozinha? Nem de longe. Ela com certeza sabe muito mais. Por que? Porque cozinhar não está incorporado no meu hábitus. Com o meu blog eu estou tentando incorporar ao hábitus: atualizá-lo sempre, no mínimo uma vez por semana…

Ó céus! Chega de divagar! Vamos ao trabalho. Baseado nas aulas e nesse viagem ae encima, meu grupo: Ana Luisa, Bruna Marques, Caio Ramos, eu e Mayara Picoli brincamos com duas gerações para tentar desmistificar a confusão que acabei de fazer a respeito do hábitus. A história é a seguinte: a neta pede que a avó a leve na casa da amiga.  Se interessou? Então clique aqui e ouça.