Vamos para a Disney? #youtube


Como falei neste post, estou produzindo e editando os vídeos da série “Viagem para a Disney” do Canal Coisas da Tatá.

Quando pensamos na série, notamos que há muito tempo a gente vinha abrindo o instagram e outras redes sociais e o que mais encontrávamos no perfis de famosos e também de alguns amigos era: todo mundo estava indo pra Disney.

E por que não eu?

Foi assim aqui nasceu este vídeo!

Para este vídeo, usamos a Nikon D3100.

E aí, você já foi pra Disney?

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Mãe, tô no youtube!


É com muita alegria que venho aqui compartilhar um projeto que iniciei com a Tatá, locutora da rádio Nativa com quem tive o prazer de trabalhar durante 7 anos.

Nós duas já vínhamos conversando há um tempo a respeito de criar algo para o youtube e então surgiu a oportunidade: ela iria realizar seu sonho de viajar para a Disney. Conversa vai, conversa vem, criamos esta nova série no canal dela!

Dividimos o projeto em três fases: Pré-disney, Disney e Pós-Disney onde ela conta suas experiências desde a decisão de ir, documentos, a viagem em si e as expectativas e realidade da viagem.

Estou cuidando da gravação (fase pré e pós disney), produção (junto com Alessandra Maeschini) e edição. Tem sido uma experiência muito legal, divertida e de muito aprendizado.

Vou atualizando como foi feito cada vídeo aqui no meu blog e começo com o teaser da série!

Por que fazer um teaser?

A grande maioria dos fãs da Tatá são ouvintes da rádio Nativa e, para eles, ela é tida como amiga, conselheira, aquela que levanta o seu astral nos dias cinzas. Ela tem um lado divertido bem marcante – afinal ela é o maior sorriso do seu rádio (vinheta dela diz isso) – mas, mais ainda, tem um lado motivacional.

Então, a gente não queria apenas ser propaganda de viagem para a Disney e sim, mostrar que podemos sim realizar sonhos. Gravamos este teaser em 25 de novembro de 2017 no Parque Burle Marx, zona sul de São Paulo. A estreia aconteceu em 7 de fevereiro de 2018.

Usamos a câmera do iPhone 6s e as seguintes trilhas: Distant land e On the Bach (youtube audios).

Encerro este post com a seguinte pergunta: qual é o seu sonho?

 

 

3ª Disney Magic Run


Nada como encerrar um mês com uma corrida de rua. Dá aquela sensação de dever cumprido e o gás necessário para que o mês seguinte venha com força total, não é mesmo? Nesse domingo, dia 31 de agosto, participei da 3ª edição da Disney Magic Run.

Organizada pela Corpore, esta edição teve 12 mil inscritos e aconteceu novamente na região do parque Ibirapuera. Fui tentar os 10 k e, para a minha surpresa, o resultado foi inferior aos dois anos anteriores, mas tudo bem.

Desta vez, fui com o marido, uma prima dele, uma amiga da escola e uma estagiária do marido. Largamos juntos e depois cada um foi no seu pace, com exceção da minha amiga e eu que fomos juntas. Novamente levei a gopro e constatei (você vai ver também) que eu não consigo correr e manter a mão firme pra filmar rs rs rs (isso,marido, você mandou muito melhor rs), mas tudo bem. Fica como registro.

Eu estava com medo dos 10 k por não ter treinado direito (tá virando hábito isso, credo – que coisa feia) e combinei com os meus joelhos que na subida eu caminharia. E foi o que fiz.  Não senti a prova tão abarrotoda e isso foi muito bom.

Dia 14, tem uma prova de 5 km e espero terminá-la abaixo de 37 minutos. Será que consigo?

[youtube:http://youtu.be/mhLY9jqZAKM%5D

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Leia:

1ª Disney Magic Run
2ª Disney Magic Run

 

Frozen – O que é o amor verdadeiro?


Finalmente, depois de muito tempo querendo, conseguir assistir a “Frozen – um aventura congelante”. Apesar da música “Let it go” ser sucesso, optei por assistir  à animação na versão dublada. Sim, sou daquelas que gosta de ver desenho na minha língua rs rs

***spoiler****

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Quando eu vi os primeiros teaser´s, criei uma imagem totalmente diferente do filme. Jamais pensei que a Disney realmente já estava mudando a forma como tratar as personagens femininas. Achava que a Elsa era tipo a rainha má da Branca de Neve e que ela queria matar a ruivinha. Me enganei rs.

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Na história, Elsa e Anna são princesas de Arendell e irmãs inseparáveis. Elsa tem o poder de “lançar” gelo e neve pelas mãos e, durante uma brincadeira, Elsa sem querer ataca sua irmã. Para a segurança de Anna, sua memória é apagada e Elsa se esconde dela e do mundo, pois teme não conseguir controlar o seu poder.

Anos depois, no dia da coração de Elsa como rainha, um acidente acontece e todo o reino descobre seu poder. Ao contrário de todos, Anna não se intimida e quer ajudar a irmã que foge para as montanhas. A aventura começa aqui, ela conhece novos personagens e enfrenta diversos perigos para ajudar a sua irmã.

O que mais me chamou a atenção neste desenho foi a questão do que é o “amor verdadeiro”. Quando Anna é atingida pelo poder de Elsa, seu coração começa a congelar. A cura só acontece através do amor verdadeiro. Nos contos de fada tradicionais a resposta estaria no beijo de um belo rapaz, certo?

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Pois bem, em “Frozen” não foi assim. Quando Anna está quase recebendo o beijo verdadeiro e, quase morrendo, ela vê sua irmã em perigo e decidi salvá-la. Ignora sua fraqueza e como seu último ato da vida, impede que Elsa seja morta. Está aí, bem claramente, uma demonstração de amor verdadeiro. Claro que, para ajudar a entender isso, o bonequinho da neve repete a frase: isto é o amor verdadeiro.

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Amor verdadeiro é amor entre irmãos. Claro que filosoficamente podemos expandir o conceito de irmão para além do convívio familiar, mas eu fiquei admirada pela ideia da Disney de dizer que encontramos o verdadeiro amor dentro de nossa família. É muito lindo isso. E olha que maravilha: amor é a chave para Elsa controlar seu poder. Lindo, né?Com certeza é uma animação que toda criança (e por que não adulto) deve assistir.

Outra coisa que me chamou a atenção e me fez gostar ainda mais do desenho foi que Esza precisou se aceitar. A música “Let it go” faz sucesso, na minha opinião, justamente por ser no momento em que ela se assume. Sim, ela tem poderes….sim, ela pode ser do jeito que é. E uma das coisas mais difíceis na vida é sabermos justamente quem somos e nos aceitarmos.

Arrasou, Disney…mais uma vez!

 

2ª Disney Magic Run


Olha só quem voltou! A cara de pau heheheh

Sem querer justificar a ausência por conta da correria, hoje eu quero falar de uma corrida! Ontem, marido e eu participamos da 2ª Disney Magic Run.  É a segunda vez que participamos (se quiser ler como foi da primeira vez, leia aqui).

Confesso que estava um pouco apreensiva porque por mais que estava treinando, eu ainda não consegui correr 10 k direto na esteira (o meu máximo foi 7), mas mesmo assim, resolvemos ir.

Acabamos chegando um pouco atrasados e largamos por último. Foi até vantajoso porque escapamos da muvuca.  No meio da corrida, um encontro inesperado: a Camys, linda de Minnie, passou por nós. O maridão me acompanhou até o km 4,5 quando iniciou a temida subida da Rubem Berta e eu resolvi fazer um trote mais leve porque a subida não é brincadeira.

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A avenida Rubem Berta é muito ingrata para os iniciantes. É como se fosse subir montanhas, descer vales e subir montanha de novo. São quase 2 km de ida e 2 de volta para sair dela. E a curva quase nunca chega. A última subida ingrime eu tive que andar porque os joelhos começaram a chiar. Eu não senti falta de ar em momento algum (coisa que já aconteceu antes), mas senti o meu excesso de peso. O meu ritmo tava aconchegante, mas o peso ali me atrapalhou muito.

O que mais me surpreendeu é que andei no máximo 700 metros. O restante, corri. Uma corrida leve, ritmada, sem tiros e tranquila. Fui conforme o meu corpo deixava. O meu azar foi não ter carregado a bateria do mp3 player e tive que correr sem música. Até foi bom porque prestei atenção na minha respiração. E a parte engraçada foi ouvir as conversas durante a corrida.  Gente querendo desistir e sempre alguém amigo incentivando. O slogan da Disney Magic Run faz todo o sentido: ali, ninguém corre sozinho. Mesmo que você tenha ido sem amigos, os organizadores da corrida te animam muito durante o percurso e os personagens da Disney também.

E quando eu menos esperava, lá estava a linha de chegada. E, então, resolvi dar aquele tiro final. E fui feliz! Concluí a prova quase 3 minutos a menos que no ano passado! Estou feliz, me superei e isso é bom demais!

Depois da corrida, fomos lá no estande da 4 any 1 comemorar o aniversário da Camys e depois, de volta pra casa. Esgostados, mas felizes e com a certeza que vencer a si mesmo é o melhor sentimento do mundo!

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“A garota da capa vermelha”


Eu já tinha visto o trailer, vi que tinha estreado no cinema, mas na época não fui ver do que se tratava “A garota da capa vermelha” (Red Riding Hood, 2011). Zapeando pela TV vi até um breve making of realizado pelo canal E! e fiquei pensando quando poderia assistir.

Olhei a direção e vi que é de Catherine Hardwick, a mesma que dirigiu o primeiro filme da Saga Crepúsculo e já consegui traçar um perfil de como seria o filme: algo místico, no caso o lobisomen, com toque de sensualidade da “virgem” personagem principal.

E não é que eu acertei? Tudo bem que o filme é baseado no conto da Chapeuzinho Vermelho, mas bem longe da versão Disney que eu conhecia. Deve ser mais parecida com a versão dos irmãos Grimm e o longa conta a história de Valery (Amanda Seyfried – detalhe que só tinha visto esta atriz em “Meninas malvadas” e gostei de ver ela em um filme no qual ela não fosse a loira burra) que vive em uma vila medieval aterrorizada por um lobisomen.

Claro que a premissa da lua cheia existe neste filme, mas ao contrário de outros filmes que já vi sobre lobisomen, existe o fator da lua vermelha. Neste período da lua, o lobosimomen fica ainda pior e se morder alguém, espalha a maldição. Assim, todos da vila ficam desesperados e se escondem ao anoitecer para evitarem que o pior acontece. Ao pedirem ajuda, para acabar com a fera, um padre afirma que o lobo vive ali entre eles e a tensão se instaura para buscar quem é o culpado pelas mortes.

Em meio a esta tensão, a personagem principal é apaixonada pelo seu melhor amigo, mas é prometida ao rapaz mais rico da Vila. Diferentemente dos contos de fadas, onde o amor aparece de forma pura, fica claro o desejo entre a personagem e o seu amor, tendo algumas cenas que tira a classificação livre do cinema.  Para apimentar o filme, chega o ataque do lobo computadorizado.

E eis que vem algo interessante: Valery consegue se comunicar com o lobo. Algo meio Harry Potter que podia falar e ouvir as cobras. Neste diálogo, ficamos sabendo que o lobo deseja leva-la embora. A garota olha bem nos olhos do animal – achei a cena mais interessante de todo o filme – e percebe que são olhos humanos e castanhos.

A partir daqui ela começa a buscar nos olhos de todos os seus vizinhos aquele par de olhos castanhos. A trama foi feita de forma que você pense que o verdadeiro vilão é senão o amor da vida dela.  Confesso que eu caí e achei genial a forma como mostram quem é o culpado. Não vou dizer aqui porque o filme só compensa por esta parte já que os efeitos visuais não surpreenderam tanto.

Depois de ver este filme, fico me perguntando se ‘A branca de neve e o caçador’ vai seguir por este mesmo caminho: “desmistificando” o conto Disney e deixando ele mais adulto com efeitos visuais. Só quero saber qual vai ser o elemento surpresa se a história já é conhecida por muitos e muitos anos…desde a época do “Era uma vez…”

Deixo o trailer aqui 

Enrolados


A nova animação da Disney 3-D promete boas risadas. Quando vi o cartaz pela primeira vez achava que “Enrolados” seria uma completa sátira à história da Rapunzel, mas me enganei.

Tem claras referências, mas é uma história que parece infantil, com toques de ironia, amor e belas lições de moral. Tudo isso com um roteiro muito bem escrito e imagens que fazem jus à nossa imaginação quando lemos algum conto de fada.

A história é sobre uma princesa chamada Rapunzel, raptada por uma mulher por causa da propriedade mágica de seus cabelos. Seus loooongos cabelos não podem ser cortados, senão perdem o poder como a história de Sansão.

O sonho da garota é sair da torre onde vive, mas sua mãe a proíbe e coloca os típicos medos de quem quer prender alguém.  Um dia, por mera coincidência, um rapaz (ladrão) tenta se esconder na torre ao fugir de um cavalo muito engraçado. É aí que aventura começa.

É muito difícil uma obra da Disney me desanimar e esta mais uma vez me agradou em cheio. Mesmo com o cinema lotado de criancinhas (eu temia os choros e a impaciência delas) a experiência valeu a pena.

Ainda desconfio se este filme foi realmente feito para crianças. Se foi, com certeza eu ainda não cresci.

Show de risada com John Travolta e Robin Williams


É quase impossível não pensar em “Grease – Nos tempos da brilhantina” quando vejo que John Travolta vai à tela dos cinemas. O mesmo ocorre com Robin Williams que ganhou minha admiração com “Jumanji” (1991), “Flubber” (1997) e “O homem bicentenário”(1999). Desta vez os dois aparecem juntos em “Surpresa em dobro”(Old dog, 2010).

Dirigido por Walter Becker o longa é uma comédia sobre dois amigos de infância, Charlie (John Travolta) e Dan (Robin Williams), sócios de uma grande empresa de marketing que passam por uma reviravolta ao terem que cuidar de gêmeos de sete anos de idade.

Os dois já estão velhinhos e foi bem bacana ver que uma das piadas foi essa: a idade dos (ex)galãs. As cenas mais engraçadas são a da troca das pílulas e a invasão da área do gorila (cenas que você pode ver no trailer abaixo).

A história é simples, previsível e ideal para acalmar as crianças dentro do cinema – em breve um típico filme de sessão da tarde. É da Disney, tá explicado, mas para os adultos vale a expressão corporal de Robin Williams. O vovô tá bem engraçado, dá para dar boas risadas.