24 anos!


Para muitas pessoas fazer aniversário pode ser um terror. Ainda mais quando você realmente percebe que depois dos 18 anos, os anos realmente passam mais rápido.

Tenho um amigo que me disse que a vida é como se fosse um rolo de papel higiênico. No início, você puxa o papel com uma certa força e ele gira mais devagar. Mas quando vai chegando ao final, ele gira mais rápido mesmo que você aplique a mesma força. É um exemplo simples e você pode até ter achado tosco, porém, faz sentido.

Meus 24 anos chegaram. Sabe que eu nunca tinha parado para pensar como seria ter essa idade? Eu lembro da ansiedade de chegar logo aos 18 porque poderia tirar carta de habilitação, estaria já na faculdade (de fato já cursava jornalismo na época) e já estava namorando meu noivo.

O que mudou de lá para cá? Bom, me formei. Sou jornalista diplomada, engordei uns kg, terminei o curso de francês, inglês e espanhol. Resolvi engrenar na segunda graduação (estou na metade do curso de rádio e tv já), passei pelo primeiro estágio, já arranjei meu primeiro emprego, voltei a estagiar, noivei, perdi colegas, ganhei colegas, conheci grandes amigos, cortei o cabelo, estou na luta para emagrecer, encontrei uma religião…

É…realizei um bocado de coisas quando colocamos assim depois de cada vírgula. Não me sinto velha, mas sim mais jovem. E olha que o corte de cabelo só reflete isso.  Não cortei para ficar com cara de menininha, cortei para se adequar ao meu sentimento com a vida.

Se me sinto realizada? Bom..tem algum ser humano satisfeito por aí? Estou feliz com a minha caminhada. Ainda tenho um tanto para aprender, conhecer, mas começo a me entender melhor. E saber olhar para si sem ter medo é um dos meus grandes objetivos de vida. 

O que eu espero dos meus 24 anos? Que sejam bons como todos estes anos têm sido.

Quero continuar trabalhando na área, curtir o noivado, semear as minhas amizades, cultivar a minha família, ler muitos livros (inteligentes e fúteis também), chegar a um peso que não me ache inchada, ver muitos filmes, conhecer um lugar novo e principalmente ter mais paciência comigo e com as pessoas. E continuar com o blog, é claro!

Anúncios

Esse cara existe?!


No meio do frisson “Saga Crepúsculo” duvido que não haja um ser do sexo feminino, independente da idade, que não tenha alguma vez sonhado em ter o cara perfeito na vida. Vampiros e lobisomens a parte, venho falar de outra coisa, mas do mesmo assunto.

Na faculdade somos desafiados a realizar coisas que antes a gente nem parava para pensar sobre. E tem uma matéria, aliás, um professor, que adora botar nossa cabeça para funcionar. Pois bem, o tema do trabalho era discutir o que é a realidade, quem está falando a verdade e outras questões que filósofos ficaram anos discutindo e que nós da casa dos 20 anos devemos começar a refletir.

O que é a realidade? Difícil responder porque ela é uma experiência individual única já que está diretamente ligada à consciência (Edmund Husserl). Pensando que a consciência nunca é pura, é sempre alguma coisa, pode-se dizer que ela se dá a partir da experiência. Aí está o problema. Como ninguém passa pela mesma experiência que o outro, ela só tem significado dentro da consciência de cada um. É complicado fazer o outro saber o que você passou, ele pode ter uma ideia. O engraçado é que mesmo que ele passe por uma mesma situação, a experiência para ele pode ser diferente da sua.

Ficou complicado? Vamos simplificar. Desta vez, resolvi ficar na frente das câmeras e aproveitar a minha semelhança com Ana Luisa para colocarmos em prática a teoria que escrevi precariamente (a aula foi infinitamente melhor) . Livia (eu mesma) acredita que tem no namorado perfeito, mas a sua irmã Ana acha que ela inventou esse cara. (Foi por causa disso que iniciei o post falando de namorado perfeito). As duas têm certeza da sua versão da história…mas e ai, ele existe? Espero a sua resposta, mesmo que seja algo que diga para eu nunca mais atuar (rs).

Grupo: Ana Luisa Pacheco, Bruna Marques, Caio Ramos, Livia Di Bartolomeo e Mayara Picoli.