Reações


Quando alguém te insulta, como você reage?

Sente o coração acelerar, a boca secar e falta o ar? O sangue pulsa pelas veias e a vontade de xingar te domina?
Ou você consegue abstrair tudo isso?
Independente da sua resposta, hoje quero compartilhar algo que tenho aprendido: deixar a energia fluir.
A raiva pode nos atingir como uma flecha em nosso estômago: vem de repente e doi. Porém, devolver a mesma raiva aos outros não te faz se livrar dela, pelo contrário: você fica com mais raiva ainda. Já percebeu?
Então que tal no lugar de reagir você simplesmente respirar?
Volte a sua atenção a você. Perceba onde foi e respire fundo, devagar. Inspire até não conseguir mais puxar o ar e solte o mais devagar possível. Faça isso enquanto sente que seu coração se acalma, o sangue volta à sua velocidade. Quando terminar, vai notar que toda aquela raiva simplesmente foi da mesma maneira que veio.
Isso é um exercício que você pode fazer todos os dias, quantas vezes forem necessárias. Não tem contra indicação e nem overdose porque você merece viver em paz.  Porque é quando a água está calma que ela fica transparente e você enxerga o fundo dela. É quando você está em paz que se conecta com o seu verdadeiro eu.
Faça isso. Porque você é uma pessoa extraordinária que o mundo precisa conhecer.

Sentimentos 


Uma das coisas mais difíceis de entender, na minha opinião, são os sentimentos. O que é sentir amor? Raiva? Medo? Tristeza?

Por mais que eu acredite que já tenha sentido tudo isso, será que você, amigo leitor, sente da mesma forma que eu?

Eu sinceramente acredito que não. Porque junto com este “sentir” vem também a forma como cada um lida com o próprio sentimento. E é aí que iniciam os julgamentos. 

“Nossa você ainda tá triste com isso? Mas já foi faz tempo!!!”

“Nossa, mas você nem ficou triste?!”

E por aí vai. 

Quem nunca passou pelo lado julgado e/ou julgador? 

Eu confesso que eu já, varias vezes. Eu ando de um lado para o outro. Mas o que venho aprendendo é que na hora de lidar com o que o outro sente, o melhor mesmo é ficar em silêncio.

Não adianta tentar mergulhar no poço de alguém, porque o seu mergulho pode ser superficial ou até mais fundo. O que vale é respeitar.

Ser o ouvido quando o outro estiver disposto a falar, ser a palavra amiga quando ele estiver aberto para ouvir. Ser o par de braços disponível para aquele abraço que se faz tão necessário… enfim… tudo isso vem junto com a paciência. 

Não é uma tarefa fácil, aliás tem horas que eu erro e muito. Mas não devemos nos sentir mal por isso, afinal eu tenho certeza que estou aqui para aprender.